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Como conheci Guilherme Longo, que confessou ter matado Joaquim

No dia 05 de novembro de 2013 eu estava na redação do Jornal A Cidade quando recebi a informação de que um menino havia desaparecido no Jardim Independência. O nome da criança era Joaquim Ponte Marques, 3 anos, dono de um olhar e um sorriso lindos.
Eu e o fotografo Firmino L. Piton fomos os primeiros a chegar no local. A maioria da imprensa iria começar a falar sobre o caso quatro horas depois.
Na casa simples encontramos  dois policiais militares, Guilherme, Natália Ponte e o bebê do casal.
Natália estava apática, conversava pouco e eu a achei calma demais. Como mãe eu estaria gritando o nome do meu filho e correndo de um lado para outro desesperada, mas não fiz juízo de valor porque cada um reage de uma maneira as tragédias da vida.
Guilherme chamou a atenção pela sua solicitude. Recebeu os dois repórteres educadamente e eu pedi para que ele nos fornecesse uma foto de Joaquim. Ele ligou o computador, mostrou as imagens e enviou uma delas para o jornal, para que pudêssemos divulgar …

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